pt-brfren
  • Queda de cabelo – Alopécia Androgenética

    Queda de cabelo – Alopécia Androgenética

    Também conhecida como queda de cabelo genética) 

    Alopécia androgenética (AA) é o nome médico dado para a queda de cabelo genética, com padrão masculino. Apesar de mais facilmente vista nos homens, este tipo de queda de cabelos é também muito comum nas mulheres. Sabemos que antes da menopausa até 10% das mulheres têm AA. Este número sobe bastante depois dos 65 anos: até 75% delas podem sofrer com o problema.

    Características da Alopécia Androgenética

    O problema começa por volta dos 30 anos, quando a paciente percebe que o cabelo está ficando um pouco mais “ralo” na parte superior da cabeça

    Causas da AA

    O que acontece, além da queda, é um processo de miniaturização dos fios, ou seja, os fios de cabelo vão ficando cada vez mais finos na região superior da cabeça. Isto dá a impressão que tem uma quantidade menor de cabelos.

    Algumas mulheres podem ter algum problema hormonal (excesso de hormônios masculinos) associado com a AA. No entanto, na maioria das mulheres este é um problema genético, e os exames hormonais estão normais.

    Como se trata de um problema genético, é comum haver outras mulheres na mesma família com quadro parecido, como mãe, avós e tias.

    Tratamento

    Atualmente existem tratamentos eficazes para a AA. Quem deve avaliar e tratar o paciente é o médico dermatologista.

    Existem loções que ajudam a melhorar a queda, medicações orais e, atualmente, tem-se usado tratamento com LED, que é uma fonte de luz aplicada no couro cabeludo. Pode ser usada no consultório ou em casa, alguns minutos por dia.O ideal é começar a tratar quando aparecerem os primeiros sinais. Assim, existe maior chance de o cabelo voltar a ser parecido com o que era antes. Mas mesmo as mulheres que têm um grau de queda já avançado podem se beneficiar do tratamento.

    O implante de cabelos pode ser necessário? Em quais situações?

    Tanto para homens quanto para mulheres, o implante é usado em casos mais avançados, que tiveram pouco ou nenhum benefício com o tratamento comum.

    Explicando de uma forma simples, o que se faz é retirar cabelo da área não afetada pela AA (parte posterior da cabeça) e implantar fio a fio na área que está faltando. Existem diversas técnicas para fazer esse procedimento, que costuma ser bastante trabalhoso.

    Profa. Dra. Roberta Vasconcelos – Dermatologista

    CRM 120.345

    Deixe um Comentário →

Photostream